
Formação Acadêmica
2024 – 2028 – Doutorado em Sonoridades – UFF – Niterói/RJ
2021 – 2023 – Mestrado em Artes Visuais – UFBA- Salvador/BA
2010 – 2011 – Graduação em Cinema – UFF – Niterói/RJ
2007 – 2013 – Graduação em Cinema – UFSC – Florianópolis/SC
Rodrigo Ramos é um artista multidisciplinar brasileiro que pesquisa formas de escutas e sonoridades através da arte/tecnologia/meio-ambiente.
Formado em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com mobilidade acadêmica na Universidade Federal Fluminense (UFF) e mestre em Artes Visuais na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atua como: Diretor Cinematográfico; Sound Designer para Cinema, Teatro e Dança; Ator; Performer; Músico e Artista Visual/Sonoro.
Ramos assina a criação sonora de diversos filmes premiados, principalmente com o Duo Strangloscope: “Documentário”, “Time Gap”, “Angelus Novus” , “Vazios Habitados“, “Movimento; “Aymberê; “Carcará” “No Justice, No peace” e “Aqui onde tudo acaba”. Realiza seu primeiro filme “As Ruas e o Tempo” (2013) vencedor do Prêmio Armando Carreirão (FUNCINE).
Integrante do ERRO Grupo desde 2012, percorrendo Santa Catarina, Brasil, EUA e Europa, com as peças: “Hasard”, “Geografia Inutil”, “Enfim um Líder” e “Jogo da Guerra”. Co-dirige a peça “Projeções” com Marcela Trevisan, circulando por SC em 2017/18. Criador de trilhas sonoras para Dança: “Anatomía y Estrategia” (Natália Fernandes, 2016) e “Lamúria ” (Marcela Trevizan/Zilá Muniz, 2019).
Como Artsta Visual/Sonoro, cria o Espelho Sonoro (vencedor do edital Elisabete Anderle de Artes Visuais de 2014 e 2019), uma releitura artística de um localizador sonoro da Primeira Guerra Mundial, expondo-o em diversos festivais: Exposição “Gambiarra Sonora” (Museu da Imagem e do Som MIS/SC); 10ª Mostra Strangloscope, Bienal Internacional de Arte Digital (Oi Fututo / RJ e Casa do Baile / BH); CIPS (Conferência Internacional de Pesquisa em Sonoridades – UFSC); CMC – Ciclo de Música Contemporânea – Salvador); Influxos (Goethe-BA), Virada Sônica (Farol Santander) e realizou uma exposição individual do projeto na Caixa Cultural Brasília em 2024.
Ramos realiza o projeto “À Deriva Sonora”, mapeamento sonoro e intervenções sonoras realizados em Florianópolis, Chapada da Diamantina, Salvador, Criciúma, Nova York e em Boston; teve a exposição de suas obras em O Sítio – Arte e Tecnologia (Agosto 2019), no qual reside sua última obra Roduchamp, instalação interativa a parQr da obra Roda de Bicicleta (1913) e Anemic Cinema (1926) de Marcel Duchamp.
Atualmente desenvolve o projeto “Amazonia Revisited” com o apoio do Pro-Helvetia (Suíça) em parceria com o CMC (Ciclo de Música Contemporânea – Salvador), um projeto que visa reimaginar sonoramente a Amazônia através de gravações de campo, programas de rádios e peças sonoras; É membro fundador do coletivo de arte ambiental, IHU, produzindo arte sonora voltado para rádio, ecoperformance e audiovisual, participando de Festivais e mostras internacionais, como o Festival Tsonami (Chile – 2023). Integra os Grupo de Pesquisas “ECOARTE” do PPGAV da UFBA, “Som Atravessado” e “SOMA – Som e Arte” do PPGCA da UFF.